Letra da Música

É de xoroquê a porteira de entrada de Olorum de dê
É de xorocô a madeira sagrada de Xangô (bis)

Pra quem tem licença a porteira do mundo nunca tranca
Pra quem tem a bença do dono da gameleira branca (bis)

Bate na porteira, Pará vai abrir 
Foi na gameleira, Coral e tauí 
Já deu na peneira de mãe Maceline e pai Aurélio

É cajá de espada, ninguém passa ali
Essa é a minha estrada
Eu sei porque eu que vi
Que ela foi riscada na árvore do Xangô mais velho

refrão